A política externa brasileira tem duas cabeças. A oficial, que segue a linha histórica do Itamaraty, e a extra-oficial, que é a polítca externa do PT, representada por Marco Aurélio Garcia, assessor de Lula, que boicota a diplomacia tradicional. Garcia acha que a integração latino-americana deve ser feita em bases nacionalistas e anti americanas, quase chavistas. Ele recusa que a América do Sul deva aprticipar da globalização - o que significa recusar a realidade. Por isso, o Brasil deixou de falar duro com Evo Morales diante do aparatoso cerco militar às instalações da Petrobras, das intimidaçõs contra agricultores brasileiros na Bolívia e da ruptura unilateral de contratos que estabeleciam o valor das refinariais
Revista Veja
Edição 2085 - ano 41 - nº44
5 de novembro de 2008
Entrevista Demátrio Magnoli
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