Um homem, - era aquela noite amiga,
Noite cristão, berço do Nazareno, -
Ao relembrar os dias de pequeno,
E a viva dança, e a lépida cantiga,
Quis transportar ao verso doce e ameni
As sensações da sua idade antiga,
Naquela mesma velha noite amiga,
Noite cristã, berço Nazareno.
Escolheu o soneto... A folha branca
Pede-lhe a inspiração; mas, frouxa e manca,
A pena não acode ao gesto seu.
E, em vão lutando contra o metro adverso,
Só lhe saiu este pequeno verso:
"Mudaria o Natal ou mudei eu"
Machado de Assis
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Valentões do palácio
Se você fosse chamado de canalha por alguém, se apressaria a apertar a mão do desafeto, no dia seguinte, todo sorriso? Se você fosse acusado por alguém de financiar grupos delinquentes, aceitaria, também todo sorriso, o cumprimento de quem o acusou?
Se respondeu sim a ambas as perguntas, parabéns. Você está pronto paa ser presidente de algum país da América Latina.Foi esse, afinal o comportamento dos presidentes Álvaro Uribe (Colômbia), Hugo Chávez (venezuela), o Rafael Correa (Equador), na cúpula do Grupo do Rio.
Depois os políticos se queixam do crescente distanciamento entre representantes e representados, da crescente indiferença (ou repúdio ou nojo) dos mortais comuns do jogo político.
Sempre haverá algum debiloide com aquela bisão binária (e indigente)para retrucar: ah, então você queria que els fossem a guerra? (ou aos tapas, porque meter-se na selva mesmo e lá trocar tiros, nenhum deles passa perto).
O problema não é ir ou não a guerra ou aos tapas, mas ser sério ou não. É, no caso,não ter armado o formidável imbróglio que armaram. Se fossem sérios não precisarim depois praticar denas explícitas de hipocresia.
Cães que ladram para a Lua sãoa té engraçadinhos. Os governantes que o fazem são ridículos.
Clóvis Rossi
Se respondeu sim a ambas as perguntas, parabéns. Você está pronto paa ser presidente de algum país da América Latina.Foi esse, afinal o comportamento dos presidentes Álvaro Uribe (Colômbia), Hugo Chávez (venezuela), o Rafael Correa (Equador), na cúpula do Grupo do Rio.
Depois os políticos se queixam do crescente distanciamento entre representantes e representados, da crescente indiferença (ou repúdio ou nojo) dos mortais comuns do jogo político.
Sempre haverá algum debiloide com aquela bisão binária (e indigente)para retrucar: ah, então você queria que els fossem a guerra? (ou aos tapas, porque meter-se na selva mesmo e lá trocar tiros, nenhum deles passa perto).
O problema não é ir ou não a guerra ou aos tapas, mas ser sério ou não. É, no caso,não ter armado o formidável imbróglio que armaram. Se fossem sérios não precisarim depois praticar denas explícitas de hipocresia.
Cães que ladram para a Lua sãoa té engraçadinhos. Os governantes que o fazem são ridículos.
Clóvis Rossi
domingo, 21 de dezembro de 2008
O que esperar dos prefeitos
Roberto Pompeu de Toledo
A primeira coisa a esperar dos novos prefeitos, ou dos antigos que conseguiram renovar o mandato, é que gostem de ser prefeitos. Prefeito que não gosta de ser prefeito é caso mais mais freqüente do que se pensa. Político que ganha uma prefeitura é tentado a pensar que prefeitura é pouco para sus talentos e merecimentos. Seria apenas uma escala na viagem, o purgatório a aturar antes de galgar ao céu do governoe stadual, talvez mesmo à Presidência (por que não, para quem acaba de ganhar a eleição numa grande capital?) ou no mínimo às delícias de uma deputação ou uma senatoria.
A segunda coisa a esperar, decorrente da primeira, é que permaneçam no cargo até o fim do mandato. Político esta´sempre pensando no próximolance, como se sabe. Aliás, mais do que político, o analista político está sempre pensando no próximo lance. Mais se viu na imprensa artigo sore o efeito do resultado da eleição municial no quadro partidário ou na eleição presidencial do que naquilo que interessa, ou seja, na cidade. Muito se fala na febre de previsões que assola os economistas, mas a de que sofrem os comentaristas políticos a supera. O político, açulado pelo analista político, tende a ser tomado pela volúpia de querer mais, e com tal urgência que no meio do mandato já deixa o município para tentar a sorte num âmbito maior. Ou melhor: supostamente maior.
A terceira coisa a esperar dos novos prefeitos é que atentem para a grandeza e a complexidade deste invento humano que é a cidade, anterior, e muito mais engenhoso, aos da província e do país. A cidade surge no momento em que a espécie humana é assaltada pela necessidade de viver em vizinhança e empreender atividades dependentes umas das outras. Não é à toa que da palavra "cidade" derivem "cidadão" e "cidadania" e qu de "civitas", a ancestral latina de "cidade" decorram "civilidade" e "civilização". Um velho documento da história do Brasil, o diário de viagem de Martins Afonso de Sousa, afirma que esse oficiala da coroa portuguesa criou duas vilas no que viria a ser o território paulista, de forma que seus habitantes pudessem "viver em comunicação das artes" e usufruir de "uma vida segura e conversável".
Eis resumidos, na graça da linguagem quinhentista, alguns dos fundamentos da vida em cidades. Por "comunicação das artes", devem-se entender o inter-relacionamento entre os vários ofícios e o intercâmbio de serviços e marcadorias daí decorrente. Na referência à vida "conversável", "conversar" equivale a "conviver", mas não diexa de ser também o sentido que hoje emprestamos a "conversar" quando se tem em conta que conviver é falar com o outro. A cidade, lembranos esta palavra "conversável", tão bonita, ao modo em que está inserida no texto, é o lugar em que as pessoas se falam umas com as outras.
A quarta coisa a esperar dos prefeitos é que se dêem bem com os governadores. Esse item é dedicado em especial (talvez se devesse dizer em exclusividade) aos prefeitos das capitais. Uma capital estadual é lugar pequeno demais para abrigar um prefeito e um governador com turmas e ambições divergentes, e, quanto maior e mais importante for a capital, menor será para esse fim. Os espaços de atuação do prefeito da capital e do governador são tão próximos que às vezes se confundem. Movem-se, um e outro, a um do passo curto-circuito. A hostilidade entre ambos, tão comum na história brasileira, pode resultar fatal para as cidades como o bombardeio por uma força inimiga.
A quinta coisa talvez seja a mais utópica, mas vá lá: espera-se dos prefeitos que não tenham como horizonte apenas seus quatro (ou oito) anos de mandato. Político gosta é de inaugurar, e se não tem a inauguração ao alcance do mandato tende a pensar duas vezes antes de iniciar a empreitada. Esse é um dos otivos pelos quais as pgrandes cidades brasileiras estão tãoa ttrasadas na mais crucial das obras para a questão do trânsito - a montagem de uma capilar rede de metrô.
Revista Veja
5 de novembro de 2008
A primeira coisa a esperar dos novos prefeitos, ou dos antigos que conseguiram renovar o mandato, é que gostem de ser prefeitos. Prefeito que não gosta de ser prefeito é caso mais mais freqüente do que se pensa. Político que ganha uma prefeitura é tentado a pensar que prefeitura é pouco para sus talentos e merecimentos. Seria apenas uma escala na viagem, o purgatório a aturar antes de galgar ao céu do governoe stadual, talvez mesmo à Presidência (por que não, para quem acaba de ganhar a eleição numa grande capital?) ou no mínimo às delícias de uma deputação ou uma senatoria.
A segunda coisa a esperar, decorrente da primeira, é que permaneçam no cargo até o fim do mandato. Político esta´sempre pensando no próximolance, como se sabe. Aliás, mais do que político, o analista político está sempre pensando no próximo lance. Mais se viu na imprensa artigo sore o efeito do resultado da eleição municial no quadro partidário ou na eleição presidencial do que naquilo que interessa, ou seja, na cidade. Muito se fala na febre de previsões que assola os economistas, mas a de que sofrem os comentaristas políticos a supera. O político, açulado pelo analista político, tende a ser tomado pela volúpia de querer mais, e com tal urgência que no meio do mandato já deixa o município para tentar a sorte num âmbito maior. Ou melhor: supostamente maior.
A terceira coisa a esperar dos novos prefeitos é que atentem para a grandeza e a complexidade deste invento humano que é a cidade, anterior, e muito mais engenhoso, aos da província e do país. A cidade surge no momento em que a espécie humana é assaltada pela necessidade de viver em vizinhança e empreender atividades dependentes umas das outras. Não é à toa que da palavra "cidade" derivem "cidadão" e "cidadania" e qu de "civitas", a ancestral latina de "cidade" decorram "civilidade" e "civilização". Um velho documento da história do Brasil, o diário de viagem de Martins Afonso de Sousa, afirma que esse oficiala da coroa portuguesa criou duas vilas no que viria a ser o território paulista, de forma que seus habitantes pudessem "viver em comunicação das artes" e usufruir de "uma vida segura e conversável".
Eis resumidos, na graça da linguagem quinhentista, alguns dos fundamentos da vida em cidades. Por "comunicação das artes", devem-se entender o inter-relacionamento entre os vários ofícios e o intercâmbio de serviços e marcadorias daí decorrente. Na referência à vida "conversável", "conversar" equivale a "conviver", mas não diexa de ser também o sentido que hoje emprestamos a "conversar" quando se tem em conta que conviver é falar com o outro. A cidade, lembranos esta palavra "conversável", tão bonita, ao modo em que está inserida no texto, é o lugar em que as pessoas se falam umas com as outras.
A quarta coisa a esperar dos prefeitos é que se dêem bem com os governadores. Esse item é dedicado em especial (talvez se devesse dizer em exclusividade) aos prefeitos das capitais. Uma capital estadual é lugar pequeno demais para abrigar um prefeito e um governador com turmas e ambições divergentes, e, quanto maior e mais importante for a capital, menor será para esse fim. Os espaços de atuação do prefeito da capital e do governador são tão próximos que às vezes se confundem. Movem-se, um e outro, a um do passo curto-circuito. A hostilidade entre ambos, tão comum na história brasileira, pode resultar fatal para as cidades como o bombardeio por uma força inimiga.
A quinta coisa talvez seja a mais utópica, mas vá lá: espera-se dos prefeitos que não tenham como horizonte apenas seus quatro (ou oito) anos de mandato. Político gosta é de inaugurar, e se não tem a inauguração ao alcance do mandato tende a pensar duas vezes antes de iniciar a empreitada. Esse é um dos otivos pelos quais as pgrandes cidades brasileiras estão tãoa ttrasadas na mais crucial das obras para a questão do trânsito - a montagem de uma capilar rede de metrô.
Revista Veja
5 de novembro de 2008
sábado, 20 de dezembro de 2008
Legado aos nossos filhos
Luft Lya
O mundo avança em vertiginosas transformações, e não é só nas finanças ou economia mundiais: ele se transforma a todo momento em nossos usos e costumes, na vida, no trabalho, nos governos, na família, nos modelos que nos são apresentados, adescobertas, no progresso e na decadência.
O que nos enche de perplexidade, quando o assunto é filhos, é a parte de tudo isso que não conseguimos controlar, que é maior do que a outra. Se há 100 anos a vida era mais previsível - o pai mandava e o resta da família obedecia, o professor e o médico tinham autoridade absoluta, os governantes eram nossos heróis e havia trilhas fixas a ser seguidas ou seríamos considerados desviados -, hoje, ser diferente pode dar status.
Gosto de pensar na perplexidade quanto ao legado que podemos deixar no que depende de nós. Que não é nem aquele legado alardeado por nossos pais - a educação e o preparo - nem é o valor em dinheiro ou bens, que se evaporam ao primeiro vendaval nas fincaças ou na política. A mim me interessam outros bens, outros valores, os valores morais. O termo "morais" faz arquear sombrancelhas, cheira a religiosidade ou a moralismo, a preconceito de fariseu. Mas não é disso que falo: moralidade não é moralismo, e moral todos temos de ter. A gente gosta de dizer que está dando valores aos filhos. Pergunto: que valores? Morais, ora, decência, ética, trabalho, justiça social, por exemplo. É ótimo passar aos filhos o senso de alguma justiça social, mas então a gente indaga: você paga a sua empregada o mínimo que a lei exige ou o máximo que você pode? Penso que a maioria de nós responderia não à segunda parte da pergunta. Então, acaba já toda a conversa sobre justiça social, pois tudo ainda começa em casa e bem antes da escola.
Não adianta falar em ética, se vasculho bolsos e gavetas de meus filhos, se escuto atrás da porta ou na extensão do telefone - a não ser que a ameça das drogas justifique essa atitude. Não adianta falar de justiça, se trato miseravelmente meus funcionários. Não se pode falar em decência, se pulamos a cerca deslavadamente, quem sabe até nos fanfarronando diante dos filhos homens: ah, o velho aqui pode! Nem se deve pensar em respeito, se desrespeitamos quem nos rodeia, e isso vai dos empregados ao parceiro ou parceira, passando pelos filhos, é claro. Se sou tirana, egoísta, bruta: se sou tola, fútil, metida a gatinha gostosa; se vivo acima das minhas possibilidades e ensino isso aos meus filhos, o efeito sobre a moral deles e a sua visão da vida vai ser um desastre.
Temos então de ser modelos? Suprema chatice. Não, não temos de ser modelos: nós somos aquele primeiro modelo que crianças recebem e assimilam, e isso passa pelo ar, pelos poros, pelas palavras, silência e posturas. Gosto da historinha verdadeira de quando, esperando alguém no aeroporto, vi a meu lado uma jovem mãe com sua filhinha de uns 5 anos, leinda e alegres. De repente, olhando para as pessoas que chegavam atrás dos grandes vidros, a perfumada mãe disse à pequena:"Olha ali o boca-aberta do seu pai".
Nessa frase, que ela jamais imiginaria repetida numa rtigo de revista ou em palestras pelo país, moça definia seu ambiente familiar. Assim se definem ambintes na escola, no trabalho, nos governos, no mundo. Em casa, para começar. O palavrório sobre o que legaremos aos nossos filhos será vazio, se nossas atitudes forem egoístas, burras, grosseiras ou maliciosas. O resto é conversa fiada para a qual, neste tempo de graves assuntos, não temos tempo.
"O palavrório sobre o que legaremos aos nossos filhos será vazio, se nossas atitudes forem egoístas, burras, grosseiras ou maliciosas
Lya Luft
Veja
15 de outubro de 2008
O mundo avança em vertiginosas transformações, e não é só nas finanças ou economia mundiais: ele se transforma a todo momento em nossos usos e costumes, na vida, no trabalho, nos governos, na família, nos modelos que nos são apresentados, adescobertas, no progresso e na decadência.
O que nos enche de perplexidade, quando o assunto é filhos, é a parte de tudo isso que não conseguimos controlar, que é maior do que a outra. Se há 100 anos a vida era mais previsível - o pai mandava e o resta da família obedecia, o professor e o médico tinham autoridade absoluta, os governantes eram nossos heróis e havia trilhas fixas a ser seguidas ou seríamos considerados desviados -, hoje, ser diferente pode dar status.
Gosto de pensar na perplexidade quanto ao legado que podemos deixar no que depende de nós. Que não é nem aquele legado alardeado por nossos pais - a educação e o preparo - nem é o valor em dinheiro ou bens, que se evaporam ao primeiro vendaval nas fincaças ou na política. A mim me interessam outros bens, outros valores, os valores morais. O termo "morais" faz arquear sombrancelhas, cheira a religiosidade ou a moralismo, a preconceito de fariseu. Mas não é disso que falo: moralidade não é moralismo, e moral todos temos de ter. A gente gosta de dizer que está dando valores aos filhos. Pergunto: que valores? Morais, ora, decência, ética, trabalho, justiça social, por exemplo. É ótimo passar aos filhos o senso de alguma justiça social, mas então a gente indaga: você paga a sua empregada o mínimo que a lei exige ou o máximo que você pode? Penso que a maioria de nós responderia não à segunda parte da pergunta. Então, acaba já toda a conversa sobre justiça social, pois tudo ainda começa em casa e bem antes da escola.
Não adianta falar em ética, se vasculho bolsos e gavetas de meus filhos, se escuto atrás da porta ou na extensão do telefone - a não ser que a ameça das drogas justifique essa atitude. Não adianta falar de justiça, se trato miseravelmente meus funcionários. Não se pode falar em decência, se pulamos a cerca deslavadamente, quem sabe até nos fanfarronando diante dos filhos homens: ah, o velho aqui pode! Nem se deve pensar em respeito, se desrespeitamos quem nos rodeia, e isso vai dos empregados ao parceiro ou parceira, passando pelos filhos, é claro. Se sou tirana, egoísta, bruta: se sou tola, fútil, metida a gatinha gostosa; se vivo acima das minhas possibilidades e ensino isso aos meus filhos, o efeito sobre a moral deles e a sua visão da vida vai ser um desastre.
Temos então de ser modelos? Suprema chatice. Não, não temos de ser modelos: nós somos aquele primeiro modelo que crianças recebem e assimilam, e isso passa pelo ar, pelos poros, pelas palavras, silência e posturas. Gosto da historinha verdadeira de quando, esperando alguém no aeroporto, vi a meu lado uma jovem mãe com sua filhinha de uns 5 anos, leinda e alegres. De repente, olhando para as pessoas que chegavam atrás dos grandes vidros, a perfumada mãe disse à pequena:"Olha ali o boca-aberta do seu pai".
Nessa frase, que ela jamais imiginaria repetida numa rtigo de revista ou em palestras pelo país, moça definia seu ambiente familiar. Assim se definem ambintes na escola, no trabalho, nos governos, no mundo. Em casa, para começar. O palavrório sobre o que legaremos aos nossos filhos será vazio, se nossas atitudes forem egoístas, burras, grosseiras ou maliciosas. O resto é conversa fiada para a qual, neste tempo de graves assuntos, não temos tempo.
"O palavrório sobre o que legaremos aos nossos filhos será vazio, se nossas atitudes forem egoístas, burras, grosseiras ou maliciosas
Lya Luft
Veja
15 de outubro de 2008
Fernando Gabeira
Apesar da sua derrota apertadíssima na eleição para prefeito do Rio de Janeiro, foi daquelas raras ocasiões em que o perdedor sai dignificado, cresce em prestígio entre seus eleitores e também no plano nacional. Saiu dos último lugares nas prévias para chegar no segundo turno como favorito e perder por menos 55225 votos em um colégio eleitoral de 4,5 milhões de eleitores, o segundo maior do país.
Gabeira foi candidato do Partido Verde, uma legenda que nunca conseguiu empolgar ou encarnar o poderoso sentimento de preservação ecológica dos brasileiros dos grandes centros urbanos.
Gabeira não sujou cidade e nem atacou os adversários.
Revista Veja, novembro de 2008
Gabeira foi candidato do Partido Verde, uma legenda que nunca conseguiu empolgar ou encarnar o poderoso sentimento de preservação ecológica dos brasileiros dos grandes centros urbanos.
Gabeira não sujou cidade e nem atacou os adversários.
Revista Veja, novembro de 2008
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Eleições 2008 - Prefeitura da cidade de São Paulo
Revista Veja
5 de novembro de 2008
Na escada do poder, o prefeito Gilberto Kassab galgou bem mais do que um degrau ao derrotar em São Paulo, por uma diferença de 1,34 milhões de votos, a petista Marta Suplicy. Kassab oficializou sua entrada em um seletíssimo clube: o dos que vão ajudar a definir o cenário presidenciais em 2010. No seu caso, na qualidade de peça-chave da cada vez mais irrevogável candidatura do tucano José Serra.
5 de novembro de 2008
Na escada do poder, o prefeito Gilberto Kassab galgou bem mais do que um degrau ao derrotar em São Paulo, por uma diferença de 1,34 milhões de votos, a petista Marta Suplicy. Kassab oficializou sua entrada em um seletíssimo clube: o dos que vão ajudar a definir o cenário presidenciais em 2010. No seu caso, na qualidade de peça-chave da cada vez mais irrevogável candidatura do tucano José Serra.
Cuidado com o ficha limpa
Dos candidatos com ficha suja, o eleitor brasileiro já está careca de saber, como o Paulo Maluf, que dispensa comentários e que pertencem à velha politicagem consagrada como "rouba-mas-faz".
O problema, porém, é outro. Diz respeito aos políticos com bons antecedentes, que podem ser até mais nocivos do que os "fichas sujas", se a única régua para medir a eficiencia de um gestor público for mesmo o da ética. O Brasil, por exemplo, é governado por um mito operário de ficha limpíssima que manchou seu primeiro mandato com o mensalão. No segundo, eclodiram escândalos "menores", como a descoberta da venda ilegal da Varig ao cliente do seu compadre. O Estado de São Paulo, por sua vz, também tem um ficha limpa no comando, o governador José Serra, que faz de tudo para abafar as propinas do caso Alstom. Em Minas Gerais, o governador Aécio Neves, de reputação ilibada, já foi citado numa planilha do valeoduto mineiro. No Rio Grande do Sul, a tucana Yeda Crusius, se vê às voltas com denúncias de mensalinho na Assembléi Legislativa não consegue explicar a compra de uma mansão em Porto Alegre. Por onde quer que se ande, sempre haverá um ficha limpa metido em algum escândalo. E 99% deles não respondem a qualquer acção na Justiça.
Isso demonstra que as listas com nomes de "corruptos de plantão" correm o risco de ser arbitrárias e injustas. Em alguns casos, quando a distância é sutil, leas podem transmitir ao eleitor a falsa noção de que alguns candidatos merecem a falsa noção de que alguns candidatos merecem mais créditos do que outros.
"Políticos com bons antecedentes podem ser bem mais perigosos. Seus mensalões quase sempre são perdoados"
Leonardo Attuch
Isto É
Julho de 2008
O problema, porém, é outro. Diz respeito aos políticos com bons antecedentes, que podem ser até mais nocivos do que os "fichas sujas", se a única régua para medir a eficiencia de um gestor público for mesmo o da ética. O Brasil, por exemplo, é governado por um mito operário de ficha limpíssima que manchou seu primeiro mandato com o mensalão. No segundo, eclodiram escândalos "menores", como a descoberta da venda ilegal da Varig ao cliente do seu compadre. O Estado de São Paulo, por sua vz, também tem um ficha limpa no comando, o governador José Serra, que faz de tudo para abafar as propinas do caso Alstom. Em Minas Gerais, o governador Aécio Neves, de reputação ilibada, já foi citado numa planilha do valeoduto mineiro. No Rio Grande do Sul, a tucana Yeda Crusius, se vê às voltas com denúncias de mensalinho na Assembléi Legislativa não consegue explicar a compra de uma mansão em Porto Alegre. Por onde quer que se ande, sempre haverá um ficha limpa metido em algum escândalo. E 99% deles não respondem a qualquer acção na Justiça.
Isso demonstra que as listas com nomes de "corruptos de plantão" correm o risco de ser arbitrárias e injustas. Em alguns casos, quando a distância é sutil, leas podem transmitir ao eleitor a falsa noção de que alguns candidatos merecem a falsa noção de que alguns candidatos merecem mais créditos do que outros.
"Políticos com bons antecedentes podem ser bem mais perigosos. Seus mensalões quase sempre são perdoados"
Leonardo Attuch
Isto É
Julho de 2008
Quadro Político do Brasil em 2008
Fragmento da entrevista de Demétrio Magnoli para a Revista Veja, edição 2085 - ano 41 - nº 44 - 5 de novembro de 2008
A vontade de ser partido único (PT) não é um anacronismo?
A verdade é que a queda do Muro de Berlim fez muito mal ao PT. O fracasso da União Soviética e de seus satélites no Leste Europeu tirou de cena o foco da crítica petista, que em sua origem repudiava o chamado socialismo real. A partir daí, o partido tomou um rumo regressivo e foi dominado por três grupos. O primeiro é a corrente de origem castristas, representada, netre outros, por José Dirceu. O segundo é dos sindicalistas, notadamente os que controlam a CUT. O terceiro é formado pelas correntes católicas ligadas à Teologia da Libertação, cuja principal representante é Frei Betto, que foi um alto assessor de Lula. Com isso, o PT adotou uma ideologia retrógrada do estado como salvador da sociedade. Deixou de fazer qualquer crítica ao socialismo real - a não ser em dias de festa, em documentos para inglês ver - e passou a falar como um velho partido comunista de outros tempos. O PT se tornou agremiação de esquerda estatizante, para a qual a história é uma ferrovia cujo destino final é a redenção da humanidade - e que vê a si próprio como a locomotiva do comboio. Esse é o conceito de história que deveria ter desaparecido depois de 1989, com a queda do Muro de Berlim. Ao encampá-lo, o PT se tornou uma espécie de relíquia.
Por que a universidade brasileira ainda é um centro irradiador do marxismo?
Isso é verdade apenas em parte. Há bastante crítica à esquerda tradicional e stalinista nas universidades. Mas, sem dúvida, é fato que existe um apoio grande a essa ideologia no meio acadêmico. O filósofo francês Raymond Aron (1905-1983) disse que o marxismo é o ópio dos intelectuais. Isso porque o marxismo lhes oferece a ilusão de que são donos de um saber maior: o fim da história. Como conseqüencia, os intelectuais teria a função de dirigir a sociedade. É natural que uma ideologia assim os seduza. Afinal de contas, dá a eles uma perspectiva de poder, influência e prestígio que o simples compromisso com a democracia não permite.
O que explica a ascensão dessa esquerda obsoleta em países da América Latina?
A falta do espelho do socialismo real na União Soviética e no Leste Europeu faz com que a esquerda latino-americana se entusiasme com governantes como Hugo Chávez. A esquerda latino-amereciana ainda imagina que deve construir o mundo de novo. Chávez, da Venezuela, Evo Morales, da Bolívia, Rafael Correa, do Equador, e Lula são muito diferentes entre si. Mas o que há em comum entre os partidos e os movimentos que apóiam esses governantes é a noção do estado como instrumento de salvação. Essa é uma idéia fundementalmente antidemocrática. Não há nada parecido com isso fora da América Latina.
Quem são os principais entusiastas de Chávez no Brasil?
Não é verdade que o PT como todo siga Chávez, mas existem no seu interior correntes que o fazem. O chavismo exerce forte sedução sobre a sua Secretaria de Relações Internacionais. Acho triste que a direção nacional do partido tenha chegado ao ponto de soltar uma nota oficial em apoio o fechamento, por motivos políticos, do canal venezuelano RCTV. Essa nota não foi contestada pelos parlamentares do PT de quem se esperaria uma palavra de defesa da democracia, como Eduardo Suplicy e José Eduardo Cardozo.
A vontade de ser partido único (PT) não é um anacronismo?
A verdade é que a queda do Muro de Berlim fez muito mal ao PT. O fracasso da União Soviética e de seus satélites no Leste Europeu tirou de cena o foco da crítica petista, que em sua origem repudiava o chamado socialismo real. A partir daí, o partido tomou um rumo regressivo e foi dominado por três grupos. O primeiro é a corrente de origem castristas, representada, netre outros, por José Dirceu. O segundo é dos sindicalistas, notadamente os que controlam a CUT. O terceiro é formado pelas correntes católicas ligadas à Teologia da Libertação, cuja principal representante é Frei Betto, que foi um alto assessor de Lula. Com isso, o PT adotou uma ideologia retrógrada do estado como salvador da sociedade. Deixou de fazer qualquer crítica ao socialismo real - a não ser em dias de festa, em documentos para inglês ver - e passou a falar como um velho partido comunista de outros tempos. O PT se tornou agremiação de esquerda estatizante, para a qual a história é uma ferrovia cujo destino final é a redenção da humanidade - e que vê a si próprio como a locomotiva do comboio. Esse é o conceito de história que deveria ter desaparecido depois de 1989, com a queda do Muro de Berlim. Ao encampá-lo, o PT se tornou uma espécie de relíquia.
Por que a universidade brasileira ainda é um centro irradiador do marxismo?
Isso é verdade apenas em parte. Há bastante crítica à esquerda tradicional e stalinista nas universidades. Mas, sem dúvida, é fato que existe um apoio grande a essa ideologia no meio acadêmico. O filósofo francês Raymond Aron (1905-1983) disse que o marxismo é o ópio dos intelectuais. Isso porque o marxismo lhes oferece a ilusão de que são donos de um saber maior: o fim da história. Como conseqüencia, os intelectuais teria a função de dirigir a sociedade. É natural que uma ideologia assim os seduza. Afinal de contas, dá a eles uma perspectiva de poder, influência e prestígio que o simples compromisso com a democracia não permite.
O que explica a ascensão dessa esquerda obsoleta em países da América Latina?
A falta do espelho do socialismo real na União Soviética e no Leste Europeu faz com que a esquerda latino-americana se entusiasme com governantes como Hugo Chávez. A esquerda latino-amereciana ainda imagina que deve construir o mundo de novo. Chávez, da Venezuela, Evo Morales, da Bolívia, Rafael Correa, do Equador, e Lula são muito diferentes entre si. Mas o que há em comum entre os partidos e os movimentos que apóiam esses governantes é a noção do estado como instrumento de salvação. Essa é uma idéia fundementalmente antidemocrática. Não há nada parecido com isso fora da América Latina.
Quem são os principais entusiastas de Chávez no Brasil?
Não é verdade que o PT como todo siga Chávez, mas existem no seu interior correntes que o fazem. O chavismo exerce forte sedução sobre a sua Secretaria de Relações Internacionais. Acho triste que a direção nacional do partido tenha chegado ao ponto de soltar uma nota oficial em apoio o fechamento, por motivos políticos, do canal venezuelano RCTV. Essa nota não foi contestada pelos parlamentares do PT de quem se esperaria uma palavra de defesa da democracia, como Eduardo Suplicy e José Eduardo Cardozo.
Política externa brasileira de 2008
A política externa brasileira tem duas cabeças. A oficial, que segue a linha histórica do Itamaraty, e a extra-oficial, que é a polítca externa do PT, representada por Marco Aurélio Garcia, assessor de Lula, que boicota a diplomacia tradicional. Garcia acha que a integração latino-americana deve ser feita em bases nacionalistas e anti americanas, quase chavistas. Ele recusa que a América do Sul deva aprticipar da globalização - o que significa recusar a realidade. Por isso, o Brasil deixou de falar duro com Evo Morales diante do aparatoso cerco militar às instalações da Petrobras, das intimidaçõs contra agricultores brasileiros na Bolívia e da ruptura unilateral de contratos que estabeleciam o valor das refinariais
Revista Veja
Edição 2085 - ano 41 - nº44
5 de novembro de 2008
Entrevista Demátrio Magnoli
Revista Veja
Edição 2085 - ano 41 - nº44
5 de novembro de 2008
Entrevista Demátrio Magnoli
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
A política no Brasil, no ano de 2008 (parte II)
Revista Veja
Edição 2085 - ano 41 - nº 44
5 de novembro de 2008
Entrevista Demétrio Magnolio
A corrupção é um fenômeno muito antigo na história do Brasil e completamente suprapartidário. O que espantou muita gente foi o estilo PT de corromper (que tem a ver com sua visão de mundo. O partido apresentou um modo centralizado de praticar a corrupção. Ao contrário da prática tradicional, feita em nom de ionteresses localizados, o PT deliberou e organizou a corrupção a partir da sua cúpula. Isso provocou uma ruptura muito grande entre o partido e boa parte do seu eletorado tradicional, principalmnete nas grandes cidades.
Edição 2085 - ano 41 - nº 44
5 de novembro de 2008
Entrevista Demétrio Magnolio
A corrupção é um fenômeno muito antigo na história do Brasil e completamente suprapartidário. O que espantou muita gente foi o estilo PT de corromper (que tem a ver com sua visão de mundo. O partido apresentou um modo centralizado de praticar a corrupção. Ao contrário da prática tradicional, feita em nom de ionteresses localizados, o PT deliberou e organizou a corrupção a partir da sua cúpula. Isso provocou uma ruptura muito grande entre o partido e boa parte do seu eletorado tradicional, principalmnete nas grandes cidades.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
A Política no Brasil, no ano de 2008
Os conceitos de esquerda e direita não estão ultrapassados, desde que sejam compreendidos no marco da democracia. No sistema democrático, há uma tensão permanente entre a liberdade e igualdade. A primeira está associada à direita democrática, para a qual existe um conjunto indissociável de liberdades: a de expressão e organização, a econômia e a de pluralidade de opiniões. Já o conceito de igualdade está associado à esquerda democrática, que defende a necessidade de restringir um pouco a liberdade econômica para que as desigualdades não cresçam muito. As democracias maduras oscliam entre a direita e a esquerda, em busca ora de mais liberdade, ora de mais igualdade. Essa é a história das eleições na Europa e nos Estados Unidos no último meio século. Trata-se de algo muito diferente dos conceitos de esquerda e direita não democrática, estes, sim, ultrapassados.
A palavra "direita" esteve associada no século XX ao fascismo e ao nazismo. Tais regimes foram condenados de maneira absoluta pela população mundial. Em países da América Latina, em aprticular, a direita foi ligada a regimes militares. Por isso, no Brasil, a expressão "direita" ainda é usada, embora cada vez com menor freqüência, como sinônimo de tudo o que deve ser rejeitado. Já o termo "esquerda" costuma ser relacionado a uma idéia de transformação humanista do mundo, imaginada a partir da Revolução Francesa e das lutas sociais do século XIX. Muita gente esquece que elas, em sua origem, deceparam milhares de cabeças por meio da guilhotina. Assim como esquece a brutalidade do stalinismo e do maoísmo, no século XX.
O preconceito contra a direita tende a diminuir. Isso acontece quando um país experimenta a esquerda no poder, como é o caso do Brasil, hoje. Nos países de democracia madura, o argumento "isso é de direit" não serve para encerrar uma discussão. O governo do Lula esta´sendo bom para o nosso amadurecimento político. O PT no poder revelou a esquerda qu faz o mensalão, persegue o caseiro, tenta controlar os meios estatais para sus próprios fins e confunde Estado com governo e partido. Com o tempo, os brasileiros vão se convencer de que os partidos da direita e da esquerda devm existir dentro de um mesmo espectro político, desde que aceitem a democracia.
Revista Veja
Edição 2085 - ano 41 - nº 44
5 de novembro de 2008
Entrevista Demétrio Magnoli
A palavra "direita" esteve associada no século XX ao fascismo e ao nazismo. Tais regimes foram condenados de maneira absoluta pela população mundial. Em países da América Latina, em aprticular, a direita foi ligada a regimes militares. Por isso, no Brasil, a expressão "direita" ainda é usada, embora cada vez com menor freqüência, como sinônimo de tudo o que deve ser rejeitado. Já o termo "esquerda" costuma ser relacionado a uma idéia de transformação humanista do mundo, imaginada a partir da Revolução Francesa e das lutas sociais do século XIX. Muita gente esquece que elas, em sua origem, deceparam milhares de cabeças por meio da guilhotina. Assim como esquece a brutalidade do stalinismo e do maoísmo, no século XX.
O preconceito contra a direita tende a diminuir. Isso acontece quando um país experimenta a esquerda no poder, como é o caso do Brasil, hoje. Nos países de democracia madura, o argumento "isso é de direit" não serve para encerrar uma discussão. O governo do Lula esta´sendo bom para o nosso amadurecimento político. O PT no poder revelou a esquerda qu faz o mensalão, persegue o caseiro, tenta controlar os meios estatais para sus próprios fins e confunde Estado com governo e partido. Com o tempo, os brasileiros vão se convencer de que os partidos da direita e da esquerda devm existir dentro de um mesmo espectro político, desde que aceitem a democracia.
Revista Veja
Edição 2085 - ano 41 - nº 44
5 de novembro de 2008
Entrevista Demétrio Magnoli
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Tempo
Quando assistia Tróia, um dos personagens do filme falou uma frase que me chamou a atenção: "Cada momento são marcantes porque somos mortais".
Isso me levou a várias viagens.
Cada momento que vivemos são marcantes porque sabemos que aquele momento não volta mais, esse momento que estou escrevendo e você lendo, não volta mais. Os momentos felizes são aqueles que mais lembramos e ficamos com saudades, porque no inconsciente sabemos que não voltará mais.
Isso me leva a outro pensamento do Machado de Assis: "Matamos o tempo e ele nos enterra". Sempre que matamos o tempo e deixamos ele passar em branco, ele estará nos enterramos do mesmo jeito.
Por enquanto, não terminei esse post, mas deixo a seguinte frase:
Feliz são as lembranças que despertam a saudade.
Isso me levou a várias viagens.
Cada momento que vivemos são marcantes porque sabemos que aquele momento não volta mais, esse momento que estou escrevendo e você lendo, não volta mais. Os momentos felizes são aqueles que mais lembramos e ficamos com saudades, porque no inconsciente sabemos que não voltará mais.
Isso me leva a outro pensamento do Machado de Assis: "Matamos o tempo e ele nos enterra". Sempre que matamos o tempo e deixamos ele passar em branco, ele estará nos enterramos do mesmo jeito.
Por enquanto, não terminei esse post, mas deixo a seguinte frase:
Feliz são as lembranças que despertam a saudade.
7 de Setembro
Não há dúvidas, que essa data merece ser feriado e a semana ser denominada semana da pátria. Aliás, nós, que derramamos nosso suor nessa terra que tanto trabalhamos para o bem, merecemos descanso.
Mas uma coisa que eu pergunto: onde foi parar a carta da Independência? Outra: na época, cavalo era muito caro e aqueles bem cuidado, como no quadro pintado para a Independencia, mais caro ainda. Na época da Independencia, a colônia estava sem muitos recusos financeiros para comprar cavalos e só tinha mula e burro. Dá onde apareceu aquele cavalo do quadro, hein?!
Pois é diante desses fatos, vou contar de maneira sucinta, como essa história é contada em livros não didáticos, ou seja, a história contada sem farsa.
Pedrinho, montado em sua mula, andava pelas margens do rio Ipiranga com sua tropa em busca de proclamar a Independcia da Colonia do Império, quando de repente uma forte dor de barriga o acometeu. Isso fez com que descesse correndo de sua mula e fosse no meio do mato. Para disfarçar, chamou um dos seus homens (uiiiiiii) de confiança para erguer sua espada (eittaaaaaaa). Na hora que sentiu um gás descendo de seu aparelho digestivo, Pedrinho gritou bem alto para que ninguém escutasse seu peido: "independencia ou morrrrrrrrteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee". Como havia se borrado todo e não havia como se limpar, utilizou o último recurso, a carta da independencia.
Resumindo: - D. Pedro não estava montado num cavalo e sim numa mula.
- O grito era de guerra, porém foi usado para que ninguém ouvisse seu peido (doce ilusão).
- A carta foi usado para limpar a merda feito pelo imperador.
É engraçado e triste ao mesmo tempo.
hahaha
Mas uma coisa que eu pergunto: onde foi parar a carta da Independência? Outra: na época, cavalo era muito caro e aqueles bem cuidado, como no quadro pintado para a Independencia, mais caro ainda. Na época da Independencia, a colônia estava sem muitos recusos financeiros para comprar cavalos e só tinha mula e burro. Dá onde apareceu aquele cavalo do quadro, hein?!
Pois é diante desses fatos, vou contar de maneira sucinta, como essa história é contada em livros não didáticos, ou seja, a história contada sem farsa.
Pedrinho, montado em sua mula, andava pelas margens do rio Ipiranga com sua tropa em busca de proclamar a Independcia da Colonia do Império, quando de repente uma forte dor de barriga o acometeu. Isso fez com que descesse correndo de sua mula e fosse no meio do mato. Para disfarçar, chamou um dos seus homens (uiiiiiii) de confiança para erguer sua espada (eittaaaaaaa). Na hora que sentiu um gás descendo de seu aparelho digestivo, Pedrinho gritou bem alto para que ninguém escutasse seu peido: "independencia ou morrrrrrrrteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee". Como havia se borrado todo e não havia como se limpar, utilizou o último recurso, a carta da independencia.
Resumindo: - D. Pedro não estava montado num cavalo e sim numa mula.
- O grito era de guerra, porém foi usado para que ninguém ouvisse seu peido (doce ilusão).
- A carta foi usado para limpar a merda feito pelo imperador.
É engraçado e triste ao mesmo tempo.
hahaha
domingo, 7 de setembro de 2008
7 de Setembro
7 de Setembro, Independencia do Brasil.
Sem dúvidas que o motivo do feriado é muito justo, mas eu pergunto, onde foi parar a cara da Independencia? Não acham estranho? Por que o grito da Independencia foi dada as "margens" do Rio Ipiranga e por que não frente ao inimigo? E ainda há relatos que foi dado no meio do mato, onde se enxergou apenas a espada erguida. É amigos, o grito foi dado com a espada armada e levantada!!!
Com tudo isso, chego a seguinte conclusão: Pedrinho, estava andando com sua tropa pelas margens do Rio Ipiranga, a caminho do confronto pela independencia. Porém, nesse trajeto, uma dor de bariga o acometeu, o que fez com que fosse no meio do mato. Para não levantar suspeita, levou apenas um dos soldados de confiança, para que levantasse sua espada (no bom sentido) e para ninguém ouvir o seu peido, ele gritou "independencia ou morte" e como não papel para se limpar, passou a carta da independencia e sua rabeta. Por isso a carta sumiu e não houve batalha.
Literalmente, limparam o cú com a tal carta...
Sem dúvidas que o motivo do feriado é muito justo, mas eu pergunto, onde foi parar a cara da Independencia? Não acham estranho? Por que o grito da Independencia foi dada as "margens" do Rio Ipiranga e por que não frente ao inimigo? E ainda há relatos que foi dado no meio do mato, onde se enxergou apenas a espada erguida. É amigos, o grito foi dado com a espada armada e levantada!!!
Com tudo isso, chego a seguinte conclusão: Pedrinho, estava andando com sua tropa pelas margens do Rio Ipiranga, a caminho do confronto pela independencia. Porém, nesse trajeto, uma dor de bariga o acometeu, o que fez com que fosse no meio do mato. Para não levantar suspeita, levou apenas um dos soldados de confiança, para que levantasse sua espada (no bom sentido) e para ninguém ouvir o seu peido, ele gritou "independencia ou morte" e como não papel para se limpar, passou a carta da independencia e sua rabeta. Por isso a carta sumiu e não houve batalha.
Literalmente, limparam o cú com a tal carta...
domingo, 31 de agosto de 2008
Partido político é igual roupa
Quem aqui entende isso? Políticos que trocam mais de partido político do que de cueca? Está certo que ambos são locais de guardar dinheiro para essa classe trabalhadora, mas mesmo assim, eu continuo não entendendo. Primeiramente, como pode misturar religião com política? Política é uma ciência e religião é religião, ou seja, há muitas coisas que não existe explicação científica. Não, não é isso que muitos falam: "porquê? você quer que os dois caiam em briga? Não é melhor caminharem juntos, em paz?" Não, não é isso, a questão é, será que esse partido sabe o que está fazendo?
Como político pode trocar mais de partido do que de cueca? Pelo que eu sei, quando você escolhe um aprtido é porque você defende a mesma idéia, há uma afinidade de idéia entre o político e o partido. Agora, como um político muda de idéia como se fosse ir ao banheiro? E outra, pra que tantos partidos políticos? Parece que é um show trash as propagandas políticas. Seres de outra dimensão, outro mundo aparecem fazendo palhaçadas sem graça e por incrível que pareça, ganham votos.
E quem vende o voto? Muitos não sabem o que é um voto, mas aqueles que vendem porque é um cabeça de bagre, sinto muito, mas será que é uma pessoa confiável? Muitos lutaram pela democracia e vejo que parece que foi em vão... muitos morreram e lutaram, mas muitos estão jogando fora essa luta. Ao meu ver, vender o voto por ser cabeça de bagre é a mesma coisa de se prostituir por 1 centavo... abaixar as calças por qualquer trocado porque não se valoriza...
Como político pode trocar mais de partido do que de cueca? Pelo que eu sei, quando você escolhe um aprtido é porque você defende a mesma idéia, há uma afinidade de idéia entre o político e o partido. Agora, como um político muda de idéia como se fosse ir ao banheiro? E outra, pra que tantos partidos políticos? Parece que é um show trash as propagandas políticas. Seres de outra dimensão, outro mundo aparecem fazendo palhaçadas sem graça e por incrível que pareça, ganham votos.
E quem vende o voto? Muitos não sabem o que é um voto, mas aqueles que vendem porque é um cabeça de bagre, sinto muito, mas será que é uma pessoa confiável? Muitos lutaram pela democracia e vejo que parece que foi em vão... muitos morreram e lutaram, mas muitos estão jogando fora essa luta. Ao meu ver, vender o voto por ser cabeça de bagre é a mesma coisa de se prostituir por 1 centavo... abaixar as calças por qualquer trocado porque não se valoriza...
sábado, 14 de junho de 2008
Uma frase interessante do Kakashi:
"Aqueles que quebram as regras, são as escórias, mas, aqueles que abandonam os amigos, são piores que as escórias da humanidade"
Essa frase, sem dúvida, fala sobre uma grande virtude. Mas não devemos, de maneira alguma, pedir um favor à um amigo, sabendo que se ele o fizer, vai acabar prejudicando-o. Isso não é amizade, é tirar aproveito de outra pessoa, falta de caráter, em liguagem mais chula, é filha da putice.
Outros, chamam de amizade o interesse pelo dinheiro, são amigos só daqueles que tem dinheiro, vão as melhores festas e andam com os melhores carros.
Os verdadeiros amigos são raros, são aqueles que estão com a gente, independente da situação... e não pra tirar proveito pra si só, sem se preocupar com o chamado amigo... não é quanto mais dinheiro, maior a amizade ou só querer para tirar proveito...
"Aqueles que quebram as regras, são as escórias, mas, aqueles que abandonam os amigos, são piores que as escórias da humanidade"
Essa frase, sem dúvida, fala sobre uma grande virtude. Mas não devemos, de maneira alguma, pedir um favor à um amigo, sabendo que se ele o fizer, vai acabar prejudicando-o. Isso não é amizade, é tirar aproveito de outra pessoa, falta de caráter, em liguagem mais chula, é filha da putice.
Outros, chamam de amizade o interesse pelo dinheiro, são amigos só daqueles que tem dinheiro, vão as melhores festas e andam com os melhores carros.
Os verdadeiros amigos são raros, são aqueles que estão com a gente, independente da situação... e não pra tirar proveito pra si só, sem se preocupar com o chamado amigo... não é quanto mais dinheiro, maior a amizade ou só querer para tirar proveito...
domingo, 8 de junho de 2008
Babel
Alguém já assistiu esse filme?
É um filme que todos deveriam assistir, não por diversão e sim criticamente.
O filme são vários fatos, mas que ao fim, você percebe que todos esão interligados e que ocorrem ao mesmo tempo, uns são do passado e outros do futuro, porém possuem uma ligação. Além disso, mostra que todas as pessoas possuem uma ligação diretamente ou inidiretamente, uma ação pode desencadear uma série de fatos, que depende da sua ação.
Acho que o avanço da tecnologia ficamos mais pertos um dos outros e ao mesmo tempo distantes, ao nos isolarmos com celulares e internet. Isso faz com que não tenhamos muitos contatos frente-a-frente com as pessoas. Saber usar a internet e as outras comodidades que a tecnologia nos proporciona é o melhor benefício. As vezes um e-mail é mais útil que o telefone, pois, deixamos recados sem atrapalhar as atividades das pessoas.
Bom fugi do tema do título...
Até logo
É um filme que todos deveriam assistir, não por diversão e sim criticamente.
O filme são vários fatos, mas que ao fim, você percebe que todos esão interligados e que ocorrem ao mesmo tempo, uns são do passado e outros do futuro, porém possuem uma ligação. Além disso, mostra que todas as pessoas possuem uma ligação diretamente ou inidiretamente, uma ação pode desencadear uma série de fatos, que depende da sua ação.
Acho que o avanço da tecnologia ficamos mais pertos um dos outros e ao mesmo tempo distantes, ao nos isolarmos com celulares e internet. Isso faz com que não tenhamos muitos contatos frente-a-frente com as pessoas. Saber usar a internet e as outras comodidades que a tecnologia nos proporciona é o melhor benefício. As vezes um e-mail é mais útil que o telefone, pois, deixamos recados sem atrapalhar as atividades das pessoas.
Bom fugi do tema do título...
Até logo
quinta-feira, 20 de março de 2008
Reflexão...
Tv digital ou analógico, significa um avanço na tecnologia, mas eu pergunto, será que temos infra estrtura para isso???
Conversor para aparelhos de Tvs comuns, com a tela quadrada não é HD Tv, não é digital, imagem em alta definição. O conversor apenas tira os chuviscos e as interferências. Hd Tv, é apenas para aquelas Tv com a tela retangular, Tv de plasma... mas o q adianta, se há apenas alta definição na imagem se não podemos usufruir da internet, como nos outros países que usam a HD tv...
Será que há infra estrutura?
Daí há aquele imbecil que fala: "pelo menos evolui..." Evoluiu ou apenas está emganando o imbecil?
Conversor para aparelhos de Tvs comuns, com a tela quadrada não é HD Tv, não é digital, imagem em alta definição. O conversor apenas tira os chuviscos e as interferências. Hd Tv, é apenas para aquelas Tv com a tela retangular, Tv de plasma... mas o q adianta, se há apenas alta definição na imagem se não podemos usufruir da internet, como nos outros países que usam a HD tv...
Será que há infra estrutura?
Daí há aquele imbecil que fala: "pelo menos evolui..." Evoluiu ou apenas está emganando o imbecil?
Extra...
Para o Estado, somos apenas números e estatística, para outros, somos apenas descartáveis, que nos procuram apenas quando precisam de alguma habilidade ou algum trabalho. Isso é a maioria, mas não o foco.
O foco são aquelas pessoas que juntos formamos uma irmandade, que me deixa sempre pronto pra lutar e cantar.
O foco são aquelas pessoas que juntos formamos uma irmandade, que me deixa sempre pronto pra lutar e cantar.
quarta-feira, 19 de março de 2008
Anticaos...
Anticaos, essa é a palavra que mais chamou a atenção. Hoje as autoridades de São Paulo pronunciaram que vão lançar o "anticaos" para minimizar o problema do trânsito caótico na cidade de São Paulo.
Primeiro, como lançar o anticaos se o caos no trânsito da cidade de São Paulo já está instalado. Para mim, anticaos seria uma medida antes que o caos se instalasse e não depois que o caos se instalou. Palavrinha infeliz, viu! Bom, com certeza existem estudos que são capazes de ter uma perspectiva para se fazer uma planejamento do desenvolvimento da cidade. E nessas projeções devia estar prevista esse aumento extraordinário do número de carros em São Paulo. Nesse momento sim, era apropriado dizer, lançar o pacote "anticaos". Sei que falar é fácil e escrever na internet é mais fácil ainda, mas porra, se eels estão ocupando o cargo de coordenadores de uma cidade de São Paulo, no mínimo, devem saber o que é fazer perspectiva e saber que uma cidade grande, está em constante desenvolvimento.
O que adianta desenvolvimento sem a infra estrutura?
Se eu for analisar todas as possíveis causas, isso será um tratado e não um post de blog. Mas uma das causas está no famoso jeitinho que o povo tem, sabe? Estacionar na rua e na avenida, pois vou até ali e já volto ou é uma descarga rápidinha. Egoismo puro, não pensam no próximo, que esse ato vai prejudicar o próximo. Outra causa, transporte público falido, que não recebe investimento há anos talvez décadas. Mais uma causa, o egoismo de falar ao celular e diminuir a velocidade e ficar "dançado" o carro de uma faixa pra outra. Outro motivo está claro, o descaso do EStado diante do crescimento geométrico de automoveis na cidade de São Paulo.
O caos já está instalado, um caos que podia ser calculado e evitado. Anticaos agora? Seria mais feliz colocar o anticaos bem antes, não? Tá certo, existe o ANTIdoto... mas seu burro, vá pra merda, quer defender um governo que fingi e é falso?
Pra mim vacina é pra ser aplicado pra prevenir uma doença e não aplicar quando a doença se isntalou, que daí não funciona... o mesmo do anticaos.
Obrigado!
Primeiro, como lançar o anticaos se o caos no trânsito da cidade de São Paulo já está instalado. Para mim, anticaos seria uma medida antes que o caos se instalasse e não depois que o caos se instalou. Palavrinha infeliz, viu! Bom, com certeza existem estudos que são capazes de ter uma perspectiva para se fazer uma planejamento do desenvolvimento da cidade. E nessas projeções devia estar prevista esse aumento extraordinário do número de carros em São Paulo. Nesse momento sim, era apropriado dizer, lançar o pacote "anticaos". Sei que falar é fácil e escrever na internet é mais fácil ainda, mas porra, se eels estão ocupando o cargo de coordenadores de uma cidade de São Paulo, no mínimo, devem saber o que é fazer perspectiva e saber que uma cidade grande, está em constante desenvolvimento.
O que adianta desenvolvimento sem a infra estrutura?
Se eu for analisar todas as possíveis causas, isso será um tratado e não um post de blog. Mas uma das causas está no famoso jeitinho que o povo tem, sabe? Estacionar na rua e na avenida, pois vou até ali e já volto ou é uma descarga rápidinha. Egoismo puro, não pensam no próximo, que esse ato vai prejudicar o próximo. Outra causa, transporte público falido, que não recebe investimento há anos talvez décadas. Mais uma causa, o egoismo de falar ao celular e diminuir a velocidade e ficar "dançado" o carro de uma faixa pra outra. Outro motivo está claro, o descaso do EStado diante do crescimento geométrico de automoveis na cidade de São Paulo.
O caos já está instalado, um caos que podia ser calculado e evitado. Anticaos agora? Seria mais feliz colocar o anticaos bem antes, não? Tá certo, existe o ANTIdoto... mas seu burro, vá pra merda, quer defender um governo que fingi e é falso?
Pra mim vacina é pra ser aplicado pra prevenir uma doença e não aplicar quando a doença se isntalou, que daí não funciona... o mesmo do anticaos.
Obrigado!
terça-feira, 18 de março de 2008
Quer que eu desenhe...
Caro leitor, lembra dos cartões corporativos? Pois é, como desculpa esfarrapada ouvimos a seguinte frase infeliz: "Eu não sabia que não podia usar o cartão corporativo para uso pessoal. Aliás, não está na lei que eu não posso usar o cartão corporativo para uso pessoal". O pior que há quem concorde, "É verdade, não está na lei..."
Para mim, essa desculpa esfarrapada foi uma ofensa. Fui chamado de otário, burro e imbecil na cara dura. Porra, precisa estar escrito na lei: "É proibido usar o dinheiro alheio para uso pessoal"? Se ainda falarem que não está claro, cacete, o que esse indivíduo está fazendo no poder? Se fizer isso em uma empresa, usar o cartão corporativo para gastos pessoal, de imediato a pessoa é mandada embora, sem direito a benecífios, por que isso é roubo!!!
Será que pra quem está no poder precisa desenhar pra eles entenderem? Acho que nem assim entendem...
Se pra ser presidente do Brasil não necessita nem do 1º grau completo e pra ser gari precisa do Ensino médio completo... não falo mais nada
O que mais me intriga é, foi o povo que votou nesses calhordas e infelzmente povo me inclui. Galera, se der 50% de votos nulos, reforma política... reforma política...
Depois reclamam que o Brasil é 3º mundo, ou como dizem, é o último mundo... porra, pra quem não sabe, isso é uma classificação que divide os países em 3 classes: 1º mundo (que se são os desenvolvidos, economicamente independente e auto sustentável), 2º mundo (os países que são socialista ou em transição para o capitalismo) e 3º mundo (que é o resto). Ou seja, ultimo mundo não existe, só o 3º mundo é uma ofensa. Mas pensando bem, como diz a música do Renato Russo "3º mundo se for..." hahaha
Ps: falta vírgula, acentuação, eu sei... mas isso foi um vômito e resolvi deixar como saiu...
Para mim, essa desculpa esfarrapada foi uma ofensa. Fui chamado de otário, burro e imbecil na cara dura. Porra, precisa estar escrito na lei: "É proibido usar o dinheiro alheio para uso pessoal"? Se ainda falarem que não está claro, cacete, o que esse indivíduo está fazendo no poder? Se fizer isso em uma empresa, usar o cartão corporativo para gastos pessoal, de imediato a pessoa é mandada embora, sem direito a benecífios, por que isso é roubo!!!
Será que pra quem está no poder precisa desenhar pra eles entenderem? Acho que nem assim entendem...
Se pra ser presidente do Brasil não necessita nem do 1º grau completo e pra ser gari precisa do Ensino médio completo... não falo mais nada
O que mais me intriga é, foi o povo que votou nesses calhordas e infelzmente povo me inclui. Galera, se der 50% de votos nulos, reforma política... reforma política...
Depois reclamam que o Brasil é 3º mundo, ou como dizem, é o último mundo... porra, pra quem não sabe, isso é uma classificação que divide os países em 3 classes: 1º mundo (que se são os desenvolvidos, economicamente independente e auto sustentável), 2º mundo (os países que são socialista ou em transição para o capitalismo) e 3º mundo (que é o resto). Ou seja, ultimo mundo não existe, só o 3º mundo é uma ofensa. Mas pensando bem, como diz a música do Renato Russo "3º mundo se for..." hahaha
Ps: falta vírgula, acentuação, eu sei... mas isso foi um vômito e resolvi deixar como saiu...
segunda-feira, 17 de março de 2008
"Esses humanos..."
Para aqueles que acompanham os jornais, as notícias, estão sabendo o problema de imigração entre a Espanha e o Brasil. Tudo começou quando a Espanha expulsou uma universitária que estava a caminho de um congresso em Lisboa. Porém, conforme a rota aerea, havia uma escala na Espanha. Apesar de toda a papelada comprovando que ela estava à caminho de um congresso, que era universitária, a Espanha barrou a e fez que perdesse o congresso em Lisboa.
O governo espanhol alega que são ordens da União Européia. Porém a questão não se a ordem é da Espanha ou da União Européia. A questão é a antiimigração. Isso é um problema sério. Como podem barrar porque eles bem entendem que querem barrar, por que não quer um latino ou outra nação em seu Estado? Isso pode ser entendido como racismo, ou seja, um crime de ordem mundial. Para aqueles que não sabem, racismo é diferente que preconceito. Preconceito faz parte da ignorância humana, onde por não conhecer o diferente, há uma rejeição. Racismo é uma teoria que tem o motivo por não gostar de determinada etnia, ou como o racismo prega, raça. Não cabe a esse post explicar o que é essa teoria.
Qual o problema disso? Um regresso grande apesar do avanço tecnológico. O que adiante avançar tecnologia sendo que o ser humano regrediu? Eu fico pensando, oque esses velhos e babacas querem barrando brasileiros ou outros povos em seus países sem ter motivo algum, barram e dão desculpa esfarrapada. Por que eles mesmo se acham superiores. Superiores com essa atitude e esse pensamento antigo? Superior, barrando a entrada de outros povos em seus países sem motivo algum, maltratando, ofendendo sem o menor motivo outros povos que pisam no solo de seu Estado.
Espero que não achem ruim e não venham querendo ter motivos pra protestar quando um espanhol foi barrado de entrar no Brasil por não ter moradia fixa e dinheiro suficiente pra passar sequer um dia no Brasil. É preciso ter seriedade e respeito em ambos os lados.
O governo espanhol alega que são ordens da União Européia. Porém a questão não se a ordem é da Espanha ou da União Européia. A questão é a antiimigração. Isso é um problema sério. Como podem barrar porque eles bem entendem que querem barrar, por que não quer um latino ou outra nação em seu Estado? Isso pode ser entendido como racismo, ou seja, um crime de ordem mundial. Para aqueles que não sabem, racismo é diferente que preconceito. Preconceito faz parte da ignorância humana, onde por não conhecer o diferente, há uma rejeição. Racismo é uma teoria que tem o motivo por não gostar de determinada etnia, ou como o racismo prega, raça. Não cabe a esse post explicar o que é essa teoria.
Qual o problema disso? Um regresso grande apesar do avanço tecnológico. O que adiante avançar tecnologia sendo que o ser humano regrediu? Eu fico pensando, oque esses velhos e babacas querem barrando brasileiros ou outros povos em seus países sem ter motivo algum, barram e dão desculpa esfarrapada. Por que eles mesmo se acham superiores. Superiores com essa atitude e esse pensamento antigo? Superior, barrando a entrada de outros povos em seus países sem motivo algum, maltratando, ofendendo sem o menor motivo outros povos que pisam no solo de seu Estado.
Espero que não achem ruim e não venham querendo ter motivos pra protestar quando um espanhol foi barrado de entrar no Brasil por não ter moradia fixa e dinheiro suficiente pra passar sequer um dia no Brasil. É preciso ter seriedade e respeito em ambos os lados.
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4- Fatos Marcantes,
4.1 Fatos Marcantes Mundial
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Frase do dia.
O importante não são as mensagens e sim os mensageiros
O importante não é a música e sim os músicos.
O importante não é a música e sim os músicos.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
29/01/08 - chuva o dia inteiro
Foto do site do terra.
Hoje choveu o dia todo aqui em São Paulo. Choveu muito e fez muito frio para esse mês de Janeiro.
Todo ano é a mesma coisa, no mês de Janeiro e Fevereiro chove pra caramba aqui em São Paulo, dá enchente, ruas alagadas e inundadas, trânsito caótico e, na tv, no jornal e na internet as imagens são as mesma.
Será que asutoridades desconhecem esse problema? Não, é uma bandeira política, meio de arrecadar votos...
Hoje choveu o dia todo aqui em São Paulo. Choveu muito e fez muito frio para esse mês de Janeiro.
Todo ano é a mesma coisa, no mês de Janeiro e Fevereiro chove pra caramba aqui em São Paulo, dá enchente, ruas alagadas e inundadas, trânsito caótico e, na tv, no jornal e na internet as imagens são as mesma.
Será que asutoridades desconhecem esse problema? Não, é uma bandeira política, meio de arrecadar votos...
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Carnaval (parte I)
Carnaval 2008 chegando. Alguns, como eu, gostam por causa do feriado e outros gostam por causa da festa. Festa ganha diversas conotações no carnaval, pra uns dança, outros folias e outras surubas. Diante disso, a secretária da saúde de Recife resolveu dar a pílula do dia seguinte pra toda população que quiser trepar, dar a toba ou o salmão. Pois é, faça sexo sem camisinha e não tenha filhos.
Se acham que isso é bom, o governo é bom, engano. Dando a pílula do dia seguinte gratuitamente pra todos que treparem na micareta, com certeza não a trepada não terá filhos. Mas isso é apenas a ilusão. A atitude de dar pílula do dia seguinte visa a extinção. Primeiro, não terá natalidade e segundo, não usando a camisinha, aumentará o número de transmissão de HIV (Aids) e das DSTs, levando a óbito.
O que o governo ganha com isso? Menos criação de escolas, menos investimento em saúde pública e investimento em áreas mais interessantes. e dimunuição da super população.
Se você for troxa e palhaço, trepará sem camisinha... em recife
Se acham que isso é bom, o governo é bom, engano. Dando a pílula do dia seguinte gratuitamente pra todos que treparem na micareta, com certeza não a trepada não terá filhos. Mas isso é apenas a ilusão. A atitude de dar pílula do dia seguinte visa a extinção. Primeiro, não terá natalidade e segundo, não usando a camisinha, aumentará o número de transmissão de HIV (Aids) e das DSTs, levando a óbito.
O que o governo ganha com isso? Menos criação de escolas, menos investimento em saúde pública e investimento em áreas mais interessantes. e dimunuição da super população.
Se você for troxa e palhaço, trepará sem camisinha... em recife
continuando a Reflexão
Hoje, por estar gripado e com febre, fiquei a maior parte do tempo em repouso. Nisso, comecei a viajar em meu passado. Assim venho afirmar: acredite em seus sonhos e lute por ele. Tenha esperança, não desista e tenha determinação, assim nossos objetivos serão alcançados. Não importa se nos debochem, se tirem sarro, não ligue para o que os outros falem. Acredite em si!!!
domingo, 27 de janeiro de 2008
Reflexão I
Hoje estava eu assistindo uma entrevista com o Dinho Ouro Preto, vocalista do Capital Inicial. Nessa ele disse algo muito importante e que todos deviam ouvir: "Se você dedicar, investir, estudar, aperfeiçoar em uma carreira, essa terá uma longevidade muito grande." No caso dele, a carreira de músico, uma das mais complicadas de se viver nesse país. E ele pode dizer isso, pois já deve seus momentos dificies na carreira, quando se desentendeu com os integrantes da banda e saiu em carreira solo, onde se desestabilizou financeiramente e pessoalmente. Porém, ele conseguiu dar a volta por cima, reconheceu o erro e aprendeu com o erro e voltou ao Capital Inicial em 1998 e em 2000 voltou aos topos com o Acústico MTV.
Moral da história, se você tem um sonho, quer e deseja aquilo, lute, não desista, não venda os seus sonhos por ilusões. Você vai ter momentos dificies, mas passará, pois tudo passa. Se dedique, lute e invista em seus sonhos...
Moral da história, se você tem um sonho, quer e deseja aquilo, lute, não desista, não venda os seus sonhos por ilusões. Você vai ter momentos dificies, mas passará, pois tudo passa. Se dedique, lute e invista em seus sonhos...
sábado, 26 de janeiro de 2008
Bandeira política
Pois é galera, mais uma bandeira política está surgindo. Bandeira política seria, digamos, uma falha grave existente no Estado para que os candidatos arrecadem votos através da promessa que irá arrumar essa falha, porém não arrumam, pois sem isso não terão meios de arrecadar votos e fazer sua campanha política. Como bandeira políticas temos, por exemplo, a seca no nordeste. Toda eleição para presidente, os políticos prometem solucionar esse problema do nordeste, porém nunca arrumam, pois se o fizerem, o que irão prometer na próxima eleição. Seguindo o exemplo temos a violência e o problema do transporte público aqui em São Paulo.
Assim, estamos diante de uma nova bandeira política nacional. Sim, temos uma nova, vamos dar boa vinda a elas, como idiotas que pagam impostos!!! Simmmmmmmmmmmmmmmmmmm... a nova bandeira política é a falta de energia elétrica, sim estamos diante de um novo racionamento de energia elétrica.
O que nos resta? Ouvir a mesma balela que a culpa não é a falta de investimento no setor da energia e sim, o culpado é o nosso banho, os nossos televisores, nossas lampadas e nosso computadores. Sim, depois de um dia arduo, nós trabalhadores não temos direito de assistir uma tv, direito de um banho digno e ver nossos e-mails. Tudo pra sustentar a inconpetencia dos políticos que governam esse país e seus longos banhos e sua iluminação.
Culpado são eles? NÃO!
A culpa é nossa por ter colocado calhordas no poder... é nossa? Será que certo molusco acefalado não traiu seus eleitores, dizendo ser a metarmofose ambulante, querendo que o significado da sigla CPMF seje contribuição PERMANENTE sobre movimentação financeira e não contribuição PROVISÓRIA sobre movimentação financeira. Quem era contra, extremamente contra a CPMF e agora é extremamentemente viciado na CPMF, que pra suprir a sua falta aumentou a taxa de IOF?
Como diria o Lobão: "Peidei! Mas não fui eu!"
E ainda temos que abrir o jornal e ler que 60% da população aprova esse governo...
Sinceramente, é por isso que não investem na educação... bandeira política? Covardia? Não... é filha da putagem mesmo...
Assim, estamos diante de uma nova bandeira política nacional. Sim, temos uma nova, vamos dar boa vinda a elas, como idiotas que pagam impostos!!! Simmmmmmmmmmmmmmmmmmm... a nova bandeira política é a falta de energia elétrica, sim estamos diante de um novo racionamento de energia elétrica.
O que nos resta? Ouvir a mesma balela que a culpa não é a falta de investimento no setor da energia e sim, o culpado é o nosso banho, os nossos televisores, nossas lampadas e nosso computadores. Sim, depois de um dia arduo, nós trabalhadores não temos direito de assistir uma tv, direito de um banho digno e ver nossos e-mails. Tudo pra sustentar a inconpetencia dos políticos que governam esse país e seus longos banhos e sua iluminação.
Culpado são eles? NÃO!
A culpa é nossa por ter colocado calhordas no poder... é nossa? Será que certo molusco acefalado não traiu seus eleitores, dizendo ser a metarmofose ambulante, querendo que o significado da sigla CPMF seje contribuição PERMANENTE sobre movimentação financeira e não contribuição PROVISÓRIA sobre movimentação financeira. Quem era contra, extremamente contra a CPMF e agora é extremamentemente viciado na CPMF, que pra suprir a sua falta aumentou a taxa de IOF?
Como diria o Lobão: "Peidei! Mas não fui eu!"
E ainda temos que abrir o jornal e ler que 60% da população aprova esse governo...
Sinceramente, é por isso que não investem na educação... bandeira política? Covardia? Não... é filha da putagem mesmo...
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Parabéns São Paulo! 454 anos
Dia 25 de janeiro, aniversário da cidade de São Paulo, a 4ª maior cidade do mundo, o centro ecônomico do Brasil. Apesar de todos os problemas que a cidade possui, como deficiência no transporte público, violência, falta de educação, de escolas, eu gosto dessa cidade. Gosto dela porque eu nasci aqui, é onde estão meus amigos, é onde eu moro. Enquanto eu morar aqui, em São Paulo, minha família e meus amigos estiverem aqui em São Paulo, sempre lutarei aqui.
Parabéns São Paulo!
Parabéns São Paulo!
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sábado, 12 de janeiro de 2008
Em 2008, o Brasil não vai tomar jeito?
O que falar do cenário político desse país? Sempre mais do mesmos... assim, a política que rege esse país não podia ser diferente. Se nada está mudando, se há muitas coisas a serem corrigidas nesse país é porque alguma coisa está errada.
E a CPMF? Me senti um otário, um babaca, um idiota completo. O motivo da sua criação foi linda, verba destinada para salvar a saúde pública. Isso foi lindo... mas pelo que observamos, a saúde pública continua precária. Os profissionais da saúde não tem recursos para atender, falta infra estrutura e o governo tem a coragem que falar que esse imposto, CPMF era destinado a saúde pública? E porque aumentaram a carga tributária do IOF??? Pra compensar a CPMF? Lógico, sem essa grana eles não terão da onde tirar pra investir na Suiça, ou será em Bahamas?
E a CPMF? Me senti um otário, um babaca, um idiota completo. O motivo da sua criação foi linda, verba destinada para salvar a saúde pública. Isso foi lindo... mas pelo que observamos, a saúde pública continua precária. Os profissionais da saúde não tem recursos para atender, falta infra estrutura e o governo tem a coragem que falar que esse imposto, CPMF era destinado a saúde pública? E porque aumentaram a carga tributária do IOF??? Pra compensar a CPMF? Lógico, sem essa grana eles não terão da onde tirar pra investir na Suiça, ou será em Bahamas?
sábado, 5 de janeiro de 2008
Manifesto
Ser da direita ou esquerda não significa que você tenha atitude, opinião própria ou diferente, inteligente e que irá mudar o mundo. Atitude, opinião própria, não é assumir uma posição política concordando com aquele candidato ou autor, acreditando que esse o levará a verdade. Não! Isso é uma marionete programada pra dizer sim, que não pensa, que não tem ação.
Atitude não é você ser da esquerda ou da direita, pois, direita ou esquerda são duas pontas, dois lados, duas extremidades que se diferenciam na roupagem, porém levam ao mesmo fim, uma pessoa ao poder, controlando o Estado e, quem sabe, fazendo mau uso desse poder.
Atitude é você agir, ter idéias, questionar para ter suas conclusões e não ficar sentado com sua bunda concordando com tudo o que dizem, acreditando que isso te levará a verdade e a felicidade.
Não viva dessa antiga intriga, direita ou esquerda. Questione por aquele que possui idéias adequadas, que saiba conduzir uma nação ao progresso e ao bem estar geral.
Não espere sem “mais do mesmo”, das mesmas raposas velhas do poder...
Pense, aja... Não procure o que seguir, seja o modelo a ser seguido.
Atitude não é você ser da esquerda ou da direita, pois, direita ou esquerda são duas pontas, dois lados, duas extremidades que se diferenciam na roupagem, porém levam ao mesmo fim, uma pessoa ao poder, controlando o Estado e, quem sabe, fazendo mau uso desse poder.
Atitude é você agir, ter idéias, questionar para ter suas conclusões e não ficar sentado com sua bunda concordando com tudo o que dizem, acreditando que isso te levará a verdade e a felicidade.
Não viva dessa antiga intriga, direita ou esquerda. Questione por aquele que possui idéias adequadas, que saiba conduzir uma nação ao progresso e ao bem estar geral.
Não espere sem “mais do mesmo”, das mesmas raposas velhas do poder...
Pense, aja... Não procure o que seguir, seja o modelo a ser seguido.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Primeiro post e primeiro post de 2008.
Em nossos cotidianos travamos diversas lutas e muitas delas são marcantes. Diante delas, as vezes nos despertam o ódio, fúria e a ira, que turvam nossas mentes e iludem nossas visões, fazendo que sejamos desviados dos nossos objetivos principais e caindo em perdição e na procura por algo que estava em nossas mãos, que são nossos ideais, sonhos e o motivo pelo qual estamos aqui.
Diante desses momentos de lutas difíceis não devemos duvidar das nossas próprias forças, pois isso é a mesma coisa de entregar a vitória ao oponente. Nesses momentos devemos encher o nosso espírito de luta, afastar todo sentimento de ódio, fúria e ira e ocupar pela determinação e coragem, o verdadeiro espírito da coragem, aquele que não mede esforços para superar barreiras, nem que para isso perca sua vida.
Sempre devemos lutar com esperança, confiando em nossas forças e acreditando em nossos sonhos. Todos nossos esforços não serão em vão.
Diante desses momentos de lutas difíceis não devemos duvidar das nossas próprias forças, pois isso é a mesma coisa de entregar a vitória ao oponente. Nesses momentos devemos encher o nosso espírito de luta, afastar todo sentimento de ódio, fúria e ira e ocupar pela determinação e coragem, o verdadeiro espírito da coragem, aquele que não mede esforços para superar barreiras, nem que para isso perca sua vida.
Sempre devemos lutar com esperança, confiando em nossas forças e acreditando em nossos sonhos. Todos nossos esforços não serão em vão.
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